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	<title>Márcia Feijó</title>
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	<description>Psicologia &#38; Neuropsicologia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Nov 2025 14:55:34 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Nem todo TDAH é igual: a avaliação neuropsicológica mostra qual é o seu.</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/1236-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Feijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Nov 2025 14:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>1. Etapas da Avaliação Psicológica e Neuropsicológica A avaliação é ampla e multifatorial — não se baseia apenas em testes, mas também em entrevistas, histórico de vida e questionários. Ela visa identificar sintomas, prejuízos e descartar outras causas possíveis. 1.1 Entrevista Clínica A entrevista clínica...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>1. Etapas da Avaliação Psicológica e Neuropsicológica</p>
<p>A avaliação é ampla e multifatorial — não se baseia apenas em testes, mas também em entrevistas, histórico de vida e questionários. Ela visa identificar sintomas, prejuízos e descartar outras causas possíveis.</p>
<p>1.1 Entrevista Clínica</p>
<p>A entrevista clínica ou anamnese inclui o levantamento da história de vida, escolar e profissional, com foco na identificação de sintomas desde a infância — critério essencial para o diagnóstico. Também busca reconhecer em quais áreas da vida, como trabalho, estudos ou relacionamentos, esses sintomas geram prejuízos significativos.</p>
<p>1.2 Testes Psicológicos e Neuropsicológicos</p>
<p>A avaliação inclui a aplicação de testes psicológicos e neuropsicológicos que investigam aspectos como atenção, memória, impulsividade, raciocínio e habilidades acadêmicas. Esses instrumentos ajudam a identificar padrões cognitivos e comportamentais, bem como possíveis dificuldades associadas. No entanto, os resultados devem sempre ser interpretados em conjunto com a história clínica, já que o diagnóstico de TDAH não depende apenas do desempenho nos testes.</p>
<p>⚠️ Importante: pontuações normais nesses testes não excluem o diagnóstico de TDAH. De 35% a 65% dos adultos com TDAH podem apresentar desempenho dentro da média.</p>
<p>2. O Que a Avaliação Deve Responder</p>
<p>Barkley e Murphy propõem quatro perguntas centrais que a avaliação precisa esclarecer:</p>
<p>Os sintomas estavam presentes na infância e causaram prejuízos significativos?</p>
<p>Esses sintomas ainda causam prejuízo de forma consistente na vida adulta?</p>
<p>Há outras causas possíveis (ansiedade, depressão, sono, trauma, uso de substâncias, etc.) que expliquem melhor os sintomas?</p>
<p>Há comorbidades coexistindo com o TDAH?</p>
<p>3. Critérios Diagnósticos (DSM-IV / DSM-5)</p>
<p>Para adultos, os sintomas precisam:</p>
<p>Ter duração mínima de 6 meses;</p>
<p>Ter início antes dos 12 anos (antes era 7);</p>
<p>Causar prejuízo em pelo menos dois contextos (trabalho, casa, estudos, etc.);</p>
<p>Ser mais frequentes e intensos que o típico para a idade.</p>
<p>O DSM lista 18 sintomas, divididos em:</p>
<p>9 de desatenção;</p>
<p>9 de hiperatividade/impulsividade.</p>
<p>Para adultos, Barkley sugere que 4 sintomas clinicamente significativos por domínio já podem indicar TDAH.</p>
<p>4. Subtipos (DSM-IV / DSM-5)</p>
<p>Os subtipos de TDAH são definidos de acordo com o padrão predominante de sintomas. O tipo combinado é o mais comum e envolve tanto desatenção quanto impulsividade e hiperatividade. O tipo predominantemente desatento se caracteriza por dificuldades de concentração, esquecimentos e lentidão, sem comportamentos impulsivos marcantes. Já o tipo predominantemente hiperativo ou impulsivo é mais frequente na infância e envolve agitação, inquietação e dificuldade de controlar impulsos.<br />
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5. O “Tempo Cognitivo Lento” (TCL)</p>
<p>Barkley diferencia o TDAH do TCL — um padrão de atenção caracterizado por:</p>
<p>Sonhar acordado, lentidão mental;</p>
<p>Processamento de informação mais devagar;</p>
<p>Retraimento social, passividade;</p>
<p>Menor impulsividade e hiperatividade.</p>
<p>Muitas pessoas inicialmente pensam ter TDAH, mas na verdade apresentam TCL ou ansiedade, por exemplo.</p>
<p>6. Interpretação dos Resultados</p>
<p>O diagnóstico é clínico, ou seja, depende da integração de múltiplas fontes de dados:</p>
<p>Entrevista clínica;</p>
<p>Relatos de terceiros (pais, cônjuge, professores);</p>
<p>Testes padronizados;</p>
<p>História de vida e funcionamento atual.</p>
<p>A devolutiva (sessão de feedback) deve esclarecer:</p>
<p>Se o quadro é compatível com TDAH;</p>
<p>Se há outras condições associadas;</p>
<p>Recomendações terapêuticas, medicamentais e psicossociais.</p>
<p>7. Quando Buscar Segunda Opinião</p>
<p>Justifica-se quando:</p>
<p>A avaliação foi superficial, apressada ou mal conduzida;</p>
<p>Há discordância entre sintomas e conclusões;</p>
<p>O profissional não ouviu adequadamente o relato clínico;</p>
<p>Ou quando há dúvidas legítimas sobre outros diagnósticos (como ansiedade, bipolaridade, depressão, etc.).</p>
<p>💡 Resumo Final</p>
<p>A avaliação do TDAH em adultos é complexa e deve responder se os sintomas são persistentes, precoces, intensos e causam prejuízo real.<br />
Ela envolve entrevista clínica detalhada, testes neuropsicológicos complementares e uma análise crítica das comorbidades e do funcionamento global.</p>
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		<title>Você vive se sentindo distraido, começa mil coisas e termina poucas? Talvez não seja &#8220;falta de foco&#8221; &#8211; pode ser TDAH</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/1224-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Feijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 16:02:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não é algo que “surge” na vida adulta. Trata-se de um transtorno do neurodesenvolvimento, que começa na infância — ainda que, em muitos casos, o diagnóstico só venha bem mais tarde. A hiperatividade, tão evidente em crianças,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" src="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1220" srcset="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-300x300.jpeg 300w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-1024x1024.jpeg 1024w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-150x150.jpeg 150w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-768x768.jpeg 768w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-570x570.jpeg 570w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-500x500.jpeg 500w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-1000x1000.jpeg 1000w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail-700x700.jpeg 700w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2025/10/thumbnail.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade não é algo que “surge” na vida adulta. Trata-se de um transtorno do neurodesenvolvimento, que começa na infância — ainda que, em muitos casos, o diagnóstico só venha bem mais tarde.</p>
<p>A hiperatividade, tão evidente em crianças, costuma diminuir na adolescência e na idade adulta, mas a inquietação interna e a necessidade constante de estar ocupado podem permanecer. Essa sensação de estar sempre em movimento — mesmo quando o corpo está parado — é uma das manifestações mais comuns do TDAH em adultos.</p>
<p>Não ter sido diagnosticado quando criança não significa que você não tenha TDAH.</p>
<p>Ter sintomas mais leves ou diferentes do que tinha na infância também não significa que o transtorno desapareceu.</p>
<p>Mas, se nenhum sintoma esteve presente antes dos 12 a 16 anos, é provável que se trate de outra condição (como ansiedade, depressão ou até causas neurológicas).</p>
<p>Como saber se o TDAH está presente na vida adulta?</p>
<p>Os sintomas precisam estar presentes há pelo menos seis meses e causar prejuízo real em áreas importantes da vida, como o trabalho, estudos, relacionamentos e finanças.</p>
<p>Alguns sinais comuns incluem:</p>
<p>Dificuldade em manter a atenção e se concentrar;</p>
<p>Esquecimentos frequentes;</p>
<p>Tomar decisões de forma impulsiva;</p>
<p>Dificuldade em seguir instruções ou finalizar tarefas;</p>
<p>Sensação constante de estar sobrecarregado ou “fazendo mil coisas e não terminando nenhuma”;</p>
<p>Problemas de organização;</p>
<p>Interromper os outros em conversas;</p>
<p>Falar demais ou sentir que não consegue parar;</p>
<p>Inquietação interna, como se precisasse estar sempre em movimento.</p>
<p>Quando o TDAH começa a causar prejuízos</p>
<p>A diferença entre ter traços de desatenção e ter o transtorno está no impacto que isso causa no dia a dia.</p>
<p>Esses prejuízos podem aparecer de diferentes formas, desde a infância até a vida adulta:</p>
<p>🧒 Na infância:</p>
<p>Conflitos familiares frequentes;</p>
<p>Dificuldade de relacionamento com colegas;</p>
<p>Desempenho escolar abaixo do esperado;</p>
<p>Falta de atenção à segurança e acidentes recorrentes;</p>
<p>Pouca responsabilidade pessoal e dificuldade com regras.</p>
<p>👩‍💼 Na vida adulta:</p>
<p>Dificuldades no trabalho, trocas frequentes de emprego;</p>
<p>Gastos impulsivos e má gestão financeira;</p>
<p>Problemas nos relacionamentos afetivos;</p>
<p>Direção perigosa e multas recorrentes;</p>
<p>Estilo de vida menos saudável (sedentarismo, alimentação desregulada, uso excessivo de telas ou substâncias).</p>
<p>Esses sinais e prejuízos podem indicar que o TDAH está interferindo na sua rotina — mesmo que você tenha desenvolvido estratégias para “dar conta”.</p>
<p>O que fazer se você se identificou</p>
<p>Se você respondeu “sim” para a maioria das questões abaixo, pode haver uma alta probabilidade de TDAH:</p>
<p>Os sintomas estão presentes há pelo menos seis meses?</p>
<p>Eles começaram ainda na infância ou adolescência?</p>
<p>Causam prejuízos reais em áreas importantes da sua vida (trabalho, relacionamentos, finanças, estudos)?</p>
<p>Nesse caso, o próximo passo é buscar uma avaliação profissional, preferencialmente com um neuropsicólogo ou psiquiatra especializado.</p>
<p>A avaliação neuropsicológica é um processo cuidadoso e objetivo que ajuda a entender o funcionamento da atenção, memória, controle inibitório e outras funções executivas. Ela permite diferenciar o TDAH de outras condições que podem gerar sintomas semelhantes, como ansiedade, depressão ou sobrecarga emocional.</p>
<p>Em resumo</p>
<p>O TDAH é real, é complexo — e tem tratamento.</p>
<p>Com diagnóstico adequado, acompanhamento terapêutico e, quando necessário, medicação, é possível viver com mais foco, equilíbrio e qualidade de vida.</p>
<p>🔹 Márcia Feijó</p>
<p>Neuropsicóloga | Psicoterapeuta | Especialista em Ansiedade, Estresse e TDAH</p>
<p>Atendimento a adolescentes, adultos e executivos.</p>
<p>📍 São Paulo | 💻 Atendimento presencial e online</p>
<p>Actions</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Depressão e insônia na transição da menopausa: Como tratar os sintomas</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/depressao-e-insonia-na-transicao-da-menopausa-como-tratar-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Feijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 20:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transição da menopausa está associada à flutuação dos níveis hormonais e ao surgimento de sintomas fisiológicos e psicológicos, incluindo ondas de calor, distúrbios do sonoe alterações de humor, que podem variar entre as mulheres em termos de frequência, gravidade e duração. A insônia, condição...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1206" src="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/F15EF38B-0E6E-43D4-AAD5-3DC3FBDEC69A-300x120.jpeg" alt="" width="300" height="120" srcset="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/F15EF38B-0E6E-43D4-AAD5-3DC3FBDEC69A-300x120.jpeg 300w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/F15EF38B-0E6E-43D4-AAD5-3DC3FBDEC69A-768x307.jpeg 768w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/F15EF38B-0E6E-43D4-AAD5-3DC3FBDEC69A-700x280.jpeg 700w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/08/F15EF38B-0E6E-43D4-AAD5-3DC3FBDEC69A.jpeg 1024w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p class="p1"><span class="s1"><br />
A transição da menopausa está associada à flutuação dos níveis horm</span><span class="s1">onais e ao surgimento de sintomas fisiológicos e psicológicos, incluindo ondas de calor, distúrbios do sono</span>e alterações de humor, que podem variar entre as mulheres em termos de frequência, gravidade e duração.</p>
<p class="p1"><span class="s1">A insônia, condição comum e recorrente durante a transição da menopausa, pode ter etiologia multifatorial, tais como: </span></p>
<ul class="ul1">
<li class="li1"><span class="s1">depressão anterior;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">alterações hormonais e irregularidades nos ritmos circadianos relacionadas à idade/hormônios;</span></li>
<li class="li1"><span class="s1">circunstâncias da vida</span></li>
</ul>
<p class="p1"><span class="s1">Cuidar de pais idosos, apoiar filhos à medida que eles chegam à idade adulta, passar por um divórcio, assumir mais responsabilidades no trabalho e refletir sobre sua própria jornada de vida, são circunstâncias da vida que podem acontecer durante esse período e podem contribuir para vários problemas de sono diferentes.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Estudos apontam que até 46% das mulheres têm dificuldades para dormir nos anos que antecedem a menopausa. Após a menopausa, cerca de metade das pessoas apresentam distúrbios do sono. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Não dormir o suficiente pode afetar todas as áreas da vida. A falta de sono pode fazer você se sentir irritado ou deprimido, pode fazer com que você fique mais esquecido do que o normal e pode causar mais quedas ou acidentes.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Dito isto, a insônia pode ser considerada um dos fatores de risco relacionados à saúde para depressão e/ou sintomas de depressão durante a transição da menopausa.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A partir de uma perspectiva multifatorial, compreender a intersecção entre menopausa e sono pode ser relevante para quem está navegando neste período transformador.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A insônia e a depressão podem formar um ciclo vicioso, onde a insônia pode piorar os sintomas da depressão, e essa, por sua vez, pode agravar a insônia. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mas, como sair disso? Como tratar concomitantemente a insônia e a depressão? </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Ainda não há um protocolo unânime para o tratamento da depressão e/ou insônia nas fases pré e pós menopausa. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Existe inúmeros estudos sendo desenvolvidos, mas até o momento, o primeiro passo para o tratamento passa pela avaliação do médico. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Inclusive existe uma área da psiquiatria com ênfase na mulher. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">No que compete a psicologia e a neuropsicologia, considerando que a menopausa não vem só e pode trazer várias outras mudanças na vida da mulher, penso que seja importante lidar com todos os desafios físicos e psicológicos deste momento de transição.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Para isso, se faz necessário um trabalho de retomada, de ressignificar as experiências de vida, elaborar as perdas, aprimorar a capacidade de enfrentamento e vislumbrar outros caminhos possíveis.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Fazer psicoterapia possibilita a mulher compreender e elaborar o que a menopausa pode significar para ela. A partir deste significante, é possível uma adaptação progressiva, incluindo a oportunidade de maior resiliência, realização emocional e criatividade nas formas de adaptação.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Falando em resiliência, estudos internacionais apontam que fatores específicos de resiliência estão relacionados com a percepção e o sucesso no enfrentamento das mudanças na perimenopausa. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">São eles: </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">OTIMISMO </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O otimismo parece ter um efeito positivo na adaptação aos sintomas da menopausa (Caltabiano e Holzheimer 1999; Elavsky e McAuley 2009) e está associado a menos sintomas depressivos (Bromberger et al. 2015). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">INTELIGÊNCIA EMOCIONAL </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Mulheres com elevada inteligência emocional parecem experimentar sintomas de menopausa menos graves (Bauld e Brown 2009) e descrevem uma maior qualidade de vida relacionada com a saúde em comparação com mulheres com menor inteligência emocional (Extremera e Fernández-Berrocal 2002; Bauld e Brown 2009). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">ESTABILIDADE EMOCIONAL </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A estabilidade emocional parece explicar uma notável variação na adaptação aos sintomas da menopausa (Caltabiano e Holzheimer 1999) e está associada a menos estresse da menopausa e menos sintomas depressivos (Bosworth et al. 2003; Mauas et al. 2014). Lembrando que estabilidade não significa ausência de momentos de instabilidade. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">AUTOCOMPAIXÃO</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Além disso, elevada autocompaixão e autoestima correlacionam-se negativamente com sintomas depressivos (Brown et al. 2014; Mauas et al. 2014; Bromberger et al. 2015). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">AUTOESTIMA</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Embora uma autoestima mais elevada pareça ser um preditor de sintomas mais leves da menopausa, uma autocompaixão mais elevada prediz um melhor equilíbrio emocional (Brown et al. 2014). </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Todos os fatores acima mencionados contribuem para o aumento da qualidade de vida e do bem-estar. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Ficou curioso e quer saber mais, vem comigo! </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sintomas Cognitivos na Menopausa e a Importância da Avaliação Neuropsicológica</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/sintomas-cognitivos-na-menopausa-e-a-importancia-da-avaliacao-neuropsicologica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Feijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 19:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais difíceis de quantificar do que os sintomas físicos que muitas vezes afligem as mulheres na meia-idade, os sintomas cognitivos e de humor são igualmente preocupantes para as mulheres na transição para a menopausa, se não mais. O comprometimento cognitivo pode afetar mulheres na pós-menopausa...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1201 aligncenter" src="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/0F3ADFE2-0E78-4318-B8B9-B907439A22FB-300x300.jpeg" alt="" width="300" height="300" srcset="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/0F3ADFE2-0E78-4318-B8B9-B907439A22FB-300x300.jpeg 300w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/0F3ADFE2-0E78-4318-B8B9-B907439A22FB-150x150.jpeg 150w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/07/0F3ADFE2-0E78-4318-B8B9-B907439A22FB.jpeg 338w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />Mais difíceis de quantificar do que os sintomas físicos que muitas vezes afligem as mulheres na meia-idade, os sintomas cognitivos e de humor são igualmente preocupantes para as mulheres na transição para a menopausa, se não mais.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O comprometimento cognitivo pode afetar mulheres na pós-menopausa em graus variados, podendo estar associado as queixas de alteração de memória, de atenção, de função executiva. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Há também o impacto direto de outros sintomas do climatério na função cognitiva.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Atualmente não há tratamento específico para o declínio cognitivo ocorrido durante a perimenopausa ou durante a menopausa. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Apesar da ausência de tratamento específico, o diagnóstico adequado pode contribuir para o desenvolvimento de intervenções preventivas de declínio cognitivo futuro ou para mitigar o risco de agravamento dos sintomas já existentes. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Sobre isso a avaliação neuropsicológica pode ser bastante útil na precisão do diagnóstico. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os neuropsicólogos fornecem avaliações detalhadas do funcionamento cognitivo e emocional que muitas vezes não podem ser obtidas através de outros meios de diagnóstico.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Os resultados da avaliação neuropsicológica podem ser utilizados para decidir o foco da reabilitação ou quais pontos fortes podem compensar os pontos fracos. </span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Além disso, por exemplo, digamos que você esteja tendo dificuldades de memória. Os resultados da avaliação podem ajudar seu médico a distinguir entre alterações normais decorrentes da menopausa, uma doença neurológica, depressão, ansiedade ou outras causas.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Ficou curioso e quer saber mais envie sua pergunta ou faça seu comentário.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">Até a próxima </span></p>
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		<title>OS IMPACTOS DO TDAH ADULTO SOBRE A PRODUTIVIDADE NO TRABALHO</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/os-impactos-do-tdah-adulto-sobre-a-produtividade-no-trabalho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcia Feijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 21:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[TDAH SINTOMAS]]></category>
		<category><![CDATA[TDAH]]></category>
		<category><![CDATA[ATENÇÃO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A persistência dos sintomas de TDAH na idade adulta foi reconhecida pela primeira vez na década de 1970 e foi incluída como diagnóstico na terceira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais em 1980 (Asherson, P. et al., 2018). O Transtorno de Déficit...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-1187 aligncenter" src="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/27452087-E109-4130-83A1-D8F62E2E0C22-300x264.jpeg" alt="" width="300" height="264" srcset="https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/27452087-E109-4130-83A1-D8F62E2E0C22-300x264.jpeg 300w, https://marciafeijo.com.br/wp-content/uploads/2024/04/27452087-E109-4130-83A1-D8F62E2E0C22.jpeg 590w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p class="s17"><span class="s16"><span class="bumpedFont15">A persistência dos sintomas de TDAH na idade adulta foi reconhecida pela primeira vez na década de 1970 e foi incluída como diagnóstico na terceira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais em 1980 (Asherson, P. et al., 2018). </span></span></p>
<p class="s17"><span class="s16"><span class="bumpedFont15">O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH é um transtorno do neurodesenvolvimento com início na infância, com </span></span><span class="s18"><span class="bumpedFont15">vários sintomas presentes antes dos 12 anos de idade</span></span><span class="s16"><span class="bumpedFont15">, com custos que </span></span><span class="s16"><span class="bumpedFont15">variaram de $US 831,38 a 20.538 para estimativas por pessoa e a partir de $US 356 milhões a 20,27 bilhões para as estimativas nacionais (</span></span><span class="s19"><span class="bumpedFont15">Chhibber A, et al., 2021)</span></span></p>
<p class="s17"><span class="s16"><span class="bumpedFont15">Em todo o mundo, adultos são cada vez mais diagnosticados com TDAH. Um estudo recente afirmou que a taxa global de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é de 5,29% (</span></span><span class="s20"><span class="bumpedFont15">Matthew Smith, 2017)</span></span><span class="s16"><span class="bumpedFont15">. </span></span></p>
<p class="s22"><span class="s21"><span class="bumpedFont15">Clinicamente definido por sintomas centrais de desatenção, hiperatividade e impulsividade (Kooij et al. 2019; Beaton, DM., et al., 2020), f</span></span><span class="s16"><span class="bumpedFont15">requentemente, o TDAH persiste em menos de 50% dos adultos que tiveram o transtorno quando crianças, sendo a hiperatividade o sintoma mais observado entre as crianças, enquanto a desatenção, que está associado à distração, falta de organização e esquecimento, o sintoma predominante entre adultos (Lovett, BJ e Harrison, AG, 2021.</span></span></p>
<p>Tal desatenção <span class="s16"><span class="bumpedFont15">pode ser evidenciada na capacidade inconsistente de se concentrar, sendo os adultos diagnosticados com TDAH capazes de sustentar o foco atencional em circunstâncias específicas, como quando envolvidos em tarefas que lhe são particularmente estimulantes, apaixonantes (</span></span><span class="s37"><span class="bumpedFont15">Hatak, I. et al. 2021).</span></span></p>
<p><span class="s23"><span class="bumpedFont15">Considerando o caráter heterogêneo do TDAH e como diferenças interindividuais podem afetar o funcionamento relacionado ao trabalho, além da desatenção, condições socioeconômicas, autoestima, uso de medicação, ausência de diagnóstico, falta de suporte ou adaptações no local de trabalho e problemas de saúde estão associados à perda de produtividade no trabalho e fomentam desafios que podem acompanhar o adulto com TDAH em suas jornadas profissionais, afetando sua segurança no emprego, opções de carreira, relacionamentos de trabalho e até mesmo como eles se sentem sobre si mesmos.</span></span></p>
<p class="s22"><span class="s21"><span class="bumpedFont15">Dito isto, todos com TDAH têm seus próprios sintomas e serão afetados de maneira independente e única. Porém, existem alguns sintomas e lutas que as pessoas com TDAH podem compartilhar, especialmente no local de trabalho.</span></span></p>
<p>Em caso de dúvida ou de prejuízos importantes nas atividades de vida diária dentro e fora do trabalho, procure um especialista e faça uma avaliação neuropsicólogica.</p>
<p class="s22">
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		<title>Levanta, sacode a poeira e da volta por cima!</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/levanta-sacode-a-poeira-e-da-volta-por-cima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MarciaFeijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2017 15:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assistir os Telejornais no Brasil, mas parece um filme de terror. Muitos são os monstros sedentos de sangue&#8230; Corrupção, desemprego, rombo nas contas públicas, delações premiadas&#8230; De certo, só a incerteza! E aí, o que fazer?! Opção número 1: Acreditar que dias melhores virão e...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Assistir os Telejornais no Brasil, mas parece um filme de terror. Muitos são os monstros sedentos de sangue&#8230; Corrupção, desemprego, rombo nas contas públicas, delações premiadas&#8230; De certo, só a incerteza! E aí, o que fazer?! Opção número 1: Acreditar que dias melhores virão e agir com Inteligência, esperança. Opção número 2: Se entregar ao pessimismo, a vitimização e ao desespero. Qual a sua escolha?</p>
<p>Se você escolheu a opção número 1, tudo indica que você é ou pode ser uma pessoa resiliente.</p>
<p>Segundo Boris Cyrulnik, “o conceito de resiliência foi emprestado da física, e, nesta ciência, diz respeito ao processo em que uma barra que é submetida a forças de distensão até seu limite elástico máximo, volta ao seu estado original quando essas forças deixam de atuar, recuperando-se”.</p>
<p>Para o referido autor, “resiliente é o indivíduo que, submetido a traumas, golpes, estressores ou catástrofes, consegue se recuperar psicologicamente retoma sua evolução e não se torna vítima, pois desenvolve mecanismos de defesa adquiridos ainda na primeira infância”.</p>
<p>Outra referência nos estudos da resiliência, Eduardo Carmelo, acredita que o conceito e a metodologia da resiliência podem ajudar a estabelecer meios diferenciados e positivos de perceber e gerenciar a mudança para que ela trabalhe a favor de cada um de nós.</p>
<p>Pessoas resilientes são capazes de:</p>
<ul>
<li>Lidar com mudanças e situações complexas;</li>
<li>Utilizar recursos e atributos interpessoais para superação de desafios;</li>
<li>Ter um menor desgaste emocional e físico diante das adversidades;</li>
<li>Apresentar sensibilidade em detectar sinais de oportunidade</li>
</ul>
<p>Mas, ser resiliente é fácil?! Claro que não! Como tudo na vida, que realmente é importante ou trás resultado, requer esforço, disciplina e atitude.</p>
<p>Se você fizer uma pesquisa rápida no Google, vai descobrir que para ser mais resiliente você vai precisar, por exemplo, de autocontrole, <a href="#">autoeficácia</a>, <a href="#">autoconfiança</a>&#8230; Atributos diretamente relacionados ao autoconhecimento e ao <a href="#">autodesenvolvimento</a>.</p>
<p>O autoconhecimento é a base para confiança em si mesmo. A partir de métodos como, por exemplo, psicoterapia e coaching, somos capazes de identificar potencialidades e fraquezas, o que nos habilita a evitar possíveis erros e também nos permite extrair o máximo de nossas forças.</p>
<p>Segundo Cynthia Serva, coordenadora e professora do Centro de <a href="#">Empreendedorismo</a> do Insper, o “autodescobrimento se torna ainda mais importante para aqueles que pretendem migrar de uma carreira executiva para um voo solo como empreendedor. Porque deixar de ser funcionário em uma empresa e virar dono de uma empresa significa uma nova etapa repleta de desafios”.</p>
<p>Então, fica dica! Invista em você! Invista no seu autoconhecimento! Seja resiliente!</p>
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		<title>Objetivo Fim e Objetivo Meio: Qual o mais importante?</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/objetivo-fim-e-objetivo-meio-qual-o-mais-importante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MarciaFeijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2017 14:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda vez que penso em objetivos, logo em seguida, penso em resultados. E quando penso em resultado, penso em gestão, governança. É automático, um ciclo virtuoso! E para o meu deleite, César Souza, em seu livro JOGUE A SEU FAVOR, legitima minha opinião, quando postula...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda vez que penso em objetivos, logo em seguida, penso em resultados. E quando penso em resultado, penso em gestão, governança. É automático, um ciclo virtuoso!</p>
<p>E para o meu deleite, César Souza, em seu livro JOGUE A SEU FAVOR, legitima minha opinião, quando postula que na ausência de objetivos ou resultados bem definidos, há um desperdício de energia enorme, inclusive correndo o risco de não chegar ao lugar desejado.</p>
<p>Porém, ter um objetivo claro, tão importante para otimizar os recursos e poupar tempo/energia, não é suficiente para uma maior produtividade. Não basta pensar no final do caminho, no pote de ouro no final do arco-íris. É preciso pensar nos meios que levam aos fins.</p>
<p>Às vezes o objetivo fim, é só a consequência de objetivos meios bem sucedidos. Considerando que as circunstâncias e o momento de vida são algumas das variáveis que interferem na definição clara do objetivo, investir no SEU AUTOCONHECIMENTO, por exemplo, pode ser uma boa ideia para um objetivo meio.</p>
<p>Quando os objetivos e resultados já estão definidos, o próximo passo é&#8230; Ir ao ato! Partir para ação! Não existe planejamento, ou sucesso, sem ação.</p>
<p>Para mim, ir ao ato, é uma das etapas mais difíceis. Principalmente quando se é perfeccionista e nada parece bom o suficiente. Nas palavras do Mestre César Souza, “não adianta andar de forma correta na direção errada, nem executar coisas erradas da maneira correta”.</p>
<p>Aqui, neste momento do texto, vale uma nota de esclarecimento. Quando defendo a ideia de objetivos de curto prazo em tempos de incerteza, isso não significa que o imediatismo tomou conta da minha mente e que de repente, não mais que de repente o que interessa é o emergencial. É lógico, meus senhores e me senhoras, que há de haver equilíbrio entre objetivos de curto, médio e longo prazo. Enfim, de forma resumida, não existe futuro sem o presente.</p>
<p>Nos momentos de incerteza presente e futuro ficam mais próximos. É tudo muito rápido. Parece que o tempo da mudança é diferente do tempo da constância. Nos próximos posts vamos falar de dois atributos uteis quando assunto é alcançar resultados e produtividade em tempos de incerteza. Disciplina e resiliência..</p>
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		<title>Planejar em Tempos Incertos: Definindo Objetivos</title>
		<link>https://marciafeijo.com.br/planejar-em-tempos-incertos-definindo-objetivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[MarciaFeijo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Jan 2017 14:33:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2010 fiz a minha primeira formação em Coaching. Lembro, como se fosse hoje, como aquela experiência foi transformadora para minha vida! Aprendi muito e, em decorrência desse aprendizado, adquiri novos hábitos. Dentre os novos hábitos, adquiri o hábito de fazer um balanço das atividades...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="font_8">Em 2010 fiz a minha primeira formação em Coaching. Lembro, como se fosse hoje, como aquela experiência foi transformadora para minha vida! Aprendi muito e, em decorrência desse aprendizado, adquiri novos hábitos. Dentre os novos hábitos, adquiri o hábito de fazer um balanço das atividades realizadas no ano que terminou e planejar metas e ações para o ano que se inicia.</p>
<p class="font_8">Nesse balanço, penso sobre os fracassos, as vitórias, erros, acertos, como fazer diferente&#8230; É nesse momento de reflexão que, diante de um novo ano, dou o meu primeiro passo para o alcance das novas metas.</p>
<p class="font_8">Há sete anos, descobri que o planejamento não é coisa só de empresa, não é um bicho de sete cabeças.  Descobri que planejar é fundamental para o sucesso pessoal e profissional, para uma maior produtividade e para alavancar resultados incríveis.</p>
<p class="font_8">Além da importância de planejar, aprendi a importância de dar um passo de cada vez. Lembro que a minha lista de objetivos, metas e sonhos era gigantesca. O que me deixava, logo de cara, muito ansiosa e exausta!</p>
<p class="font_8">Lá estava eu, Davi diante de Golias! Já começava pequena, frágil, impotente, com dificuldade para acessar meus recursos.</p>
<p class="font_8">Santa sessão de coaching! Em uma das minhas primeiras sessões de coaching, aprendi a hierarquizar as minhas metas. Aprendi a identificar o que era objetivo fim, o que era objetivo meio, o que poderia ser realizado a curto, médio e longo prazo. De 10 objetivos, após a sessão, cheguei a três. Aqueles três que realmente eram importantes, alinhados com os meus valores, capazes de alavancar resultados incríveis.</p>
<p class="font_8">Um bom exemplo disso, foi à forma como passei a lidar com a prática da atividade física. Lembro que, quando eu chegava à academia, a primeira imagem que vinha na cabeça era o corpo malhado e o biquíni de lacinho. Em nenhum momento me via nas maquinas, ralando, perseverando, indo diariamente a academia. O foco era o que e não como.</p>
<p class="font_8">Moral da história: seis meses de academia, pagos e não frequentados, e nada de biquíni de lacinho. O placar, ano após ano, era sempre o mesmo. Dez a zero para o Golias (que também atendia pelo nome de academia)</p>
<p class="font_8">Como toda história, onde existe a necessidade de uma grande reviravolta, para garantir que o mocinho ganhe no final, comecei a hierarquizar meus objetivos na academia. Meu objetivo deixou de ser o que, o biquíni de lacinho e o corpo malhado, e passou a ser o como, ir para academia, fazer minha serie, perseverar, dizer não a preguiça, ao desejo de um resultado imediato.</p>
<p class="font_8">Sim, meus senhores e minhas senhoras! Minha meta era ir para academia diariamente e só por hoje fazer toda a minha serie de exercícios. O que era de longo prazo, o próximo verão ou o carnaval, passou a ser diário.</p>
<p class="font_8">De repente, como em um desenho animado, Golias foi encolhendo e Davi foi se agigantando. O placar começou a mudar. E a cada dia que estou na academia, agora para ter mais saúde, para manter meu metabolismo em ação e ter mais energia, meu Davi ganha um ponto frente ao gigante Golias.</p>
<p class="font_8">Conto de fadas, mágica?! Não! Planejamento, resiliência e disciplina. Mas, isso é outra história! Fique ligado no próximo post!</p>
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