31 jan Levanta, sacode a poeira e da volta por cima!
Assistir os Telejornais no Brasil, mas parece um filme de terror. Muitos são os monstros sedentos de sangue… Corrupção, desemprego, rombo nas contas públicas, delações premiadas… De certo, só a incerteza! E aí, o que fazer?! Opção número 1: Acreditar que dias melhores virão e agir com Inteligência, esperança. Opção número 2: Se entregar ao pessimismo, a vitimização e ao desespero. Qual a sua escolha?
Se você escolheu a opção número 1, tudo indica que você é ou pode ser uma pessoa resiliente.
Segundo Boris Cyrulnik, “o conceito de resiliência foi emprestado da física, e, nesta ciência, diz respeito ao processo em que uma barra que é submetida a forças de distensão até seu limite elástico máximo, volta ao seu estado original quando essas forças deixam de atuar, recuperando-se”.
Para o referido autor, “resiliente é o indivíduo que, submetido a traumas, golpes, estressores ou catástrofes, consegue se recuperar psicologicamente retoma sua evolução e não se torna vítima, pois desenvolve mecanismos de defesa adquiridos ainda na primeira infância”.
Outra referência nos estudos da resiliência, Eduardo Carmelo, acredita que o conceito e a metodologia da resiliência podem ajudar a estabelecer meios diferenciados e positivos de perceber e gerenciar a mudança para que ela trabalhe a favor de cada um de nós.
Pessoas resilientes são capazes de:
- Lidar com mudanças e situações complexas;
- Utilizar recursos e atributos interpessoais para superação de desafios;
- Ter um menor desgaste emocional e físico diante das adversidades;
- Apresentar sensibilidade em detectar sinais de oportunidade
Mas, ser resiliente é fácil?! Claro que não! Como tudo na vida, que realmente é importante ou trás resultado, requer esforço, disciplina e atitude.
Se você fizer uma pesquisa rápida no Google, vai descobrir que para ser mais resiliente você vai precisar, por exemplo, de autocontrole, autoeficácia, autoconfiança… Atributos diretamente relacionados ao autoconhecimento e ao autodesenvolvimento.
O autoconhecimento é a base para confiança em si mesmo. A partir de métodos como, por exemplo, psicoterapia e coaching, somos capazes de identificar potencialidades e fraquezas, o que nos habilita a evitar possíveis erros e também nos permite extrair o máximo de nossas forças.
Segundo Cynthia Serva, coordenadora e professora do Centro de Empreendedorismo do Insper, o “autodescobrimento se torna ainda mais importante para aqueles que pretendem migrar de uma carreira executiva para um voo solo como empreendedor. Porque deixar de ser funcionário em uma empresa e virar dono de uma empresa significa uma nova etapa repleta de desafios”.
Então, fica dica! Invista em você! Invista no seu autoconhecimento! Seja resiliente!